AM teve 112 autorizações para residência de imigrantes

O Ministério do Trabalho concedeu 6.865 autorizações de residência para fins de trabalho a imigrantes, no segundo trimestre deste ano

Manaus – O Amazonas é o sétimo Estado do País em número de autorizações de residência fixa para imigrantes pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), entre abril e junho de 2018. Foram concedidas 112 autorizações para que imigrantes morem e trabalhem no Estado. É o maior número da Região Norte.

Do Mercosul, a Venezuela tem as maiores concessões, mas na categoria de refugiados e não para trabalho. (Foto: Antônio Cruz/ABr)

A maior concentração de pedidos sai de empresas estabelecidas no Rio de Janeiro (2.620) e São Paulo (1.878).

O Ministério do Trabalho concedeu 6.865 autorizações de residência para fins de trabalho a imigrantes, no segundo trimestre deste ano. O número representa um aumento de 23,34% em relação aos meses de abril, maio e junho de 2017, quando tinham sido liberadas 5.566 concessões. Os dados foram apresentados pelo Conselho Nacional de Imigração (CNIg).

Os homens ainda são maioria entre os imigrantes que vêm ao Brasil para trabalhar. Neste segundo trimestre foram 6.339 homens e 526 mulheres – uma proporção de 12 pessoas do sexo masculino para cada pessoa do sexo feminino. No mesmo período do ano passado, foram 4.772 homens e 794 mulheres, uma proporção de seis para um.

A maioria dos imigrantes que recebeu autorização neste segundo trimestre tem entre 20 e 49 anos. Das 6.865 concessões, 5.651 foram para esse grupo de trabalhadores, o que representa 82,31% do total. E 59,35% do total têm Ensino Superior completo. O número de imigrantes que fizeram apenas o Ensino Fundamental, ou parte dele, representa 0,49%.

A nacionalidade com maior número de autorizações no segundo trimestre de 2018 foi a filipina, seguidas da japonesa e norte-americana. Em abril, maio e junho de 2017 o principal país na lista de concessões havia sido os Estados Unidos, seguido da China. Filipinas ficou em terceiro lugar, no ano passado.

Entre os países do Mercosul, a principal nacionalidade beneficiada é a venezuelana, com 71 autorizações, mas eles não estão incluídos como trabalhadores, e sim, como refugiados.

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