Amazonas criou 2,1 mil novas vagas de emprego, em julho

Os dados locais e nacionais são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados, nesta sexta-feira (23), pelo Ministério da Economia

Manaus – O emprego formal teve saldo, em julho, no Amazonas. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado, nesta sexta-feira (23), foram abertas 2.128 novas vagas com carteira assinada no último mês. Foi o segundo melhor desempenho da Região Norte e o sétimo do País.

Indústria de Transformação foi a principal pelo desempenho, com a criação de 630 postos. Também tiveram desempenho positivo Construção Civil, Comércio, Agropecuária, Serviços, Serviços Industriais de Utilidade Pública e Extrativa Mineral.

No País, o principal destaque na geração de empregos foi a Construção Civil, com 18,7 mil novos postos (Foto: Elza Fiúza/ABr)

No Brasil, o emprego formal ficou positivo pelo quarto mês consecutivo em julho. Foram abertas 43,8 mil vagas de trabalho com carteira assinada, um crescimento de 0,11% em relação ao estoque de junho.

Também houve crescimento se considerados os resultados dos sete primeiros meses deste ano. De janeiro a julho foram abertas 461,4 mil vagas formais, variação de 1,20% sobre o estoque. Em 2018, no mesmo período, as novas vagas tinham somado 448.263.

Nos últimos 12 meses, o saldo ficou positivo em 521.542 empregos, variação de 1,36%. Assim como no acumulado do ano, os últimos 12 meses tiveram crescimento maior do que no período anterior. No ano passado, o saldo tinha ficado em 286.121 vagas.

“Consideramos que o mercado de trabalho tem apresentado sinais de recuperação gradual, em consonância com o desempenho da economia. O governo vem adotando medidas de impacto estrutural e esperamos reflexos positivos no mercado de trabalho, na medida do aprofundamento das reformas”, analisa o secretário de Trabalho do Ministério da No mês, o destaque foi para o setor da construção civil, que apresentou resultados melhores que nos meses anteriores, reflexo de investimentos recentes no setor, especialmente no estado de Minas Gerais.

Dos oito setores econômicos, sete contrataram mais do que demitiram em julho. O saldo ficou positivo na Construção Civil, Serviços, Indústria de Transformação, Comércio, Agropecuária, Extrativa Mineral e Serviços Industriais de Utilidade Pública. Apenas Administração Pública descreveu saldo negativo.

Principal destaque do mês, a Construção Civil teve saldo de 18.721 novos postos. Os subsetores de construção de rodovias e ferrovias, principalmente em Minas Gerais e Pará; construção de edifícios, especialmente em São Paulo e Pará; e obras para geração e distribuição de energia elétrica e para telecomunicações, sobretudo em Minas Gerais e Bahia, foram os maiores contribuidores para o resultado.

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