Mercado imobiliário fecha primeiro semestre de 2020 com crescimento de 24,5%

Conforme pesquisa da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-AM), o faturamento do setor, no primeiro semestre de 2020, foi de R$ 426 milhões

Manaus – Mesmo com a crise instaurada pela pandemia de Covid-19, o mercado imobiliário fechou o primeiro semestre de 2020 com um crescimento de 24,5%, se comparado com o mesmo período de 2019, de acordo com pesquisa realizada pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-AM). Conforme a instituição, o faturamento no período foi de R$ 426 milhões em vendas.

No primeiro trimestre foram vendidos R$ 205 milhões, e o segundo já registra R$221 milhões. A projeção para 2020 é chegar a R$ 1 bilhão, um crescimento de 23% se comparado a 2019, ano em que o mercado faturou R$ 814 milhões.

“O mercado, mais uma vez, surpreendeu. Esse crescimento tem que ser comemorado, por conta das dificuldades que passamos. Com a pandemia, o mercado imobiliário se reinventou e essa retomada está sendo surpreendente, o que nos gerou um crescimento, mesmo no período de pandemia”, disse o diretor da Ademi-AM, Henrique Medina.

Mercado imobiliário faturou, no primeiro semestre de 2020, R$ 426 milhões (Foto: Natasha Pinto/Divulgação)

As vendas no segundo trimestre de 2020 correspondem a 752 imóveis do padrão econômico, 194 nos demais padrões verticais, 44 unidades no padrões horizontais e cinco unidades comerciais. Em relação às vendas dos bancos, foram vendidas seis unidades do padrão econômico e 43 unidades dos demais padrões verticais e uma unidade comercial.

Os bairros que juntos representaram 61,4% das unidades vendidas no segundo trimestre são: Lírio do Vale (162), Cidade Nova (120), Alvorada (119), Da Paz (113), Parque Mosaico (104) e Tarumã (94). Apesar do dado positivo, a falta de lançamentos preocupa a categoria, segundo o presidente da Ademi-AM, Albano Máximo.

“O nosso problema hoje é que não conseguimos lançar mais. Então, a quantidade de produtos está se esgotando e podemos chegar ao ponto de não termos produtos para vender. Não seria uma crise de demanda, e sim uma crise de oferta. Mas já estamos trabalhando nisso, para que possamos atender nossos clientes e batermos nossa meta de 2020”, concluiu o presidente.

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