Prefeitura e Sindidrogas estudam medidas para venda de álcool em gel a preço de custo

O prefeito de Manaus, Arthur Neto, sugeriu ao presidente do Sindidrogas, Armando Gomes dos Reis, que a venda do álcool em gel seja limitada por pessoa

Manaus – Por meio de videoconferência, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, e o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Drogas do Amazonas (Sindidrogas), Armando Gomes dos Reis, debateram nesta sexta-feira (20) as ações que podem ser adotadas para fortalecer o estoque de álcool em gel nas revendedoras e de que forma o produto pode ser barateado para a população.

Ações foram debatidas entre o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, e o presidente do Sindidrogas, Armando Gomes dos Reis, por meio de uma videoconferência nesta sexta-feira (20) (Foto: Márcio James/Semcom/Divulgação)

Conforme as recomendações dos órgãos nacionais e internacionais de saúde, além da lavagem constante das mãos, o uso de produtos para higiene e manuseio é uma das principais medidas preventivas ao novo coronavírus.

“Estamos usando todos os mecanismos, públicos ou por meio de parcerias com outras instituições, para reforçar a prevenção e conter o avanço do novo coronavírus na nossa cidade”, destacou o prefeito, após a transmissão realizada na sede da Prefeitura de Manaus, no bairro Compensa, zona oeste.

Os próximos passos serão analisar de que maneira se pode reduzir o imposto sobre o produto (álcool em gel), para que possa ser vendido a preço de custo e fixar um maior controle na venda.

“Sugeri ao presidente que a venda seja limitada por pessoa, para evitar que alguém se aproveite da situação e compre todo o estoque da cidade e revenda pelo preço que quiser”, explicou o prefeito.

Segundo o presidente do Sindidrogas, Armando Gomes dos Reis, a maior dificuldade encontrada pelas farmácias e drogarias está na aquisição junto às distribuidoras.

“O álcool em gel não era um produto de grande estoque porque não havia essa demanda, por isso está em falta. A nossa dificuldade, nesse momento, está na aquisição, porque as distribuidoras estão pedindo o pagamento à vista”, observou.

Ele se comprometeu em buscar novas parceiras para baratear o produto e garantiu que há boa vontade e interesse entre os empresários do segmento em colaborar com as ações de combate à Covid-19. “O momento é de ajudar. Estamos à disposição porque essa doença pode afetar qualquer pessoa, alguém da nossa família. Não visamos lucro, nosso sentimento é de solidariedade em prol da população”, disse Armando Reis.

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