Capacitação para educadores ensina a mediar conflitos nas escolas

O encontro acontece neste sábado (30), das 8h às 18h, no auditório do La Salle, na Avenida Dom Pedro, 151, bairro Dom Pedro

Manaus – Brigas entre colegas e bullying estão entre os principais conflitos que fazem parte da rotina escolar. E, para capacitar os educadores para aprenderem a lidar e resolverem esses problemas, o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado do Estado do Amazonas (Sinepe-AM), promove uma Oficina de Gestão de Conflitos. O encontro acontece neste sábado (30), das 8h às 18h, no auditório do La Salle, na Avenida Dom Pedro, 151, bairro Dom Pedro.

A presidente do Sinepe-AM, Elaine Saldanha, destaca que, além de  sensibilizar os educadores sobre o tema, o evento irá ajudá-los a identificar e atuar estrategicamente para solucioná-los. “Para mediar um conflito é preciso que os profissionais da área da educação tenham algumas habilidades como saber se colocar no lugar do outro, manter a imparcialidade, ter cuidado com as palavras e se dispor a escutar”, acrescenta.

Oficina tem como objetivo ajudar na mediação de conflitos entre alunos (Foto: Divulgação)

Segundo a doutora em ciência da educação, Maria do Socorro Gomes, que será a palestrante da oficina, muitos educadores não sabem como lidar com o bullying e outras formas de violência, mas é tendo empatia e entendimento da pluralidade de inteligências, opiniões e culturas, que podem ajudar a prevenir ações agressivas por parte dos alunos na escola.

Ações educativas e no cotidiano escolar, como programas de prevenção ao bullying, atividades para trabalhar a tolerância e a solidariedade, incentivar a falar sobre as suas emoções e dar feedback sobre o desempenho do aluno estão entre as iniciativas que podem ser aplicadas pelos professores e melhorarem o convívio na sala de aula.

Os educadores interessados em participar da Oficina de Gestão de Conflitos devem entrar em contato com o Sinepe-AM, por meio dos telefones (92) 3631-8446 ou 99114-2865. O investimento é R$ 70, para associados e R$ 100, para os que não são associados ao sindicato.

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