Na CBW, Waldeci fala em expandir wrestling pelo País

Amazonense de 38 anos e ex-Seleção Brasileira de Wreslting e medalhista dos Jogos Sul-Americanos de 2014 compõe chapa presidencial e revela que a democratização da modalidade em todo Brasil é o objetivo

Manaus – Tomou posse na Confederação Brasileira de Wrestling (CBW), a chapa liderada por Flávio Cabral Neves, e que tem como primeiro vice-presidente, o amazonense Waldeci Silva e Aline Silva, medalhista mundial e recordista de medalhas Jogos Pan-americanos do wrestling, como segunda vice-presidente. O amazonense de 38 anos que é ex-atleta da Seleção e medalhista dos Jogos Sul-americanos de 2014, revelou que a chapa sabe que terá pela frente um trabalho ‘desafiador’. Os dirigentes ficam à frente da entidade máxima da modalidade até o fim de 2024.

Com experiências em competições nacionais e internacionais, Waldeci vem desde 2018 trabalhando no crescimento do wrestling em municípios como Benjamin Constant, Novo Airão, Silves e Maués. Agora, de acordo com Silva, o principal objetivo será trabalhar a expansão da modalidade. Mas para isso, será preciso a colaboração de todos os envolvidos com a modalidade.

“Vamos trabalhar na expansão do wrestling de forma democrática, pois vivemos em um país continental, onde temos como grande desafio, superar a logística e trabalhar o crescimento do wrestling em nosso País. “, explicou.

Aline Silva, Flávio Cabral e Waldeci Silva estão à frente do wrestling no Brasil (Foto: Divulgação)

De acordo com Waldeci Silva, o trabalho que será feito ao longo dos próximos quatro anos vai simbolizar uma nova fase na entidade. O próprio resumo como: ‘mudança radical’. Desde a saída do antigo grupo que estava à frente da entidade, como até mesmo no calendário da confederação.

“Já seria um ano desafiador. Agora, em meio a essa pandemia, será mais ainda, pois é um ano de mudança radical, onde sai um grupo de quase 20 anos, e entra um novo. Com calendário quase pronto para 2021, com renovação e regionalizando a luta pelo País. É um ano diferente, pois vamos ter um Pan-Americano Sênior no Brasil e temos tudo para fazer uma boa gestão”, disse Waldeci.

CBW Democratizada

São poucos dias há frente da entidade. Mas vários de estudo. A transição feita da gestão de Pedro Gama Filho para Flávio Cabral Neto já está completa e, de acordo com o manauara, o que já vem sendo feito, mostra democratização dentro da entidade já é uma realidade.

“O Flávio tem feito uma gestão muito democrática. Delegando funções, e pondo as demandas em dias, comigo e com a Aline para que em meio a tudo isso, vamos fazer uma boa gestão e trabalhar dia e noite na expansão do wrestling no Brasil”, afirmou.

Seleção já tem três nomes confirmados em Tóquio

Em conversa com a reportagem, o presidente da Confederação Brasileira de Wrestling (CBW), Flávio Cabral explicou que três atletas já estão classificados para os Jogos Olímpicos de Tóquio. Laís Nunes, nos 62kg, Aline Silva, 76kg e Eduard Shogosoryan, nos 130 kg no estilo greco romana.

Segundo Cabral, ao Brasil ainda pode emplacar mais um ou dois participantes, uma vez que uma nova seletiva acontecerá de 6 a 9 de maio, em Sofia, na Bulgária.

Independente de quem vai, o presidente afirmou que o Time Brasil chega com possibilidade real de medalha. “A Laís e a Aline têm boas chances sim de medalhar. A Aline já foi duas vezes vice-campeã mundial e a Laís ficou um inteiro entre as três melhores no ranking mundial”, contou Flávio.

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