Austrália registra 1ª morte por Covid-19 em 2021

Até então, o último óbito registrado no país datava de 28 de dezembro de 2020

Austrália – A Austrália registrou, nesta terça-feira (13), a primeira morte por Covid-19 no país em 2021. A informação foi confirmada por autoridades de saúde do estado australiano de Queensland.

A vítima, um homem de 80 anos, chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu e morreu na segunda-feira (12). Até então, o último óbito registrado no país datava de 28 de dezembro.

De acordo com a chefe do Escritório Médico de Queensland, Jeanette Young, o idoso contraiu a doença nas Filipinase recebeu o diagnóstico em 25 de março, enquanto cumpria a quarentena obrigatória a todas as pessoas, australianas ou não, que chegam de outros países.

casos de covid no mundo - hospital china coronavírus colapso saúde médicos mundo (Foto: Divulgação/Pixabay)

Austrália registra 1ª morte por Covid-19 em 2021  (Foto: Divulgação/Pixabay)

Segundo Young, o risco de transmissão da Covid-19 no estado está controlado porque todas as pessoas que estavam no mesmo voo desse idoso já cumpriram a quarentena obrigatória e, portanto, não transmitem mais o vírus. Ela reforçou o pedido para que todos apresentando qualquer sintoma façam o teste da Covid-19.

No fim de março, a maior cidade de Queensland, Brisbane, e parte do estado entraram em lockdown após as autoridades registrarem casos da doença entre um grupo de pessoas que já estavam sob quarentena.

O isolamento forçado durou três dias. A partir de então, outras restrições de circulação têm sido paulatinamente retiradas.

Apesar da morte e de dois novos casos terem sido registrados hoje em Queensland, as medidas de combate ao coronavírus no estado serão totalmente retiradas a partir da próxima quinta-feira (15).

Máscaras não serão mais obrigatórias em locais públicos, e reuniões entre pessoas não terão mais restrições.

Desde o início da pandemia, 910 pessoas morreram na Austrália por coronavírus. A maioria dessas mortes ocorreu durante um pico entre agosto e setembro, quando a média móvel de novas vítimas chegou a 56 por dia. O país tem cerca de 25,3 milhões de habitantes.

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