Criança vai parar na UTI com síndrome inflamatória após contrair Covid-19

Além do mal estar, o menino também estava com as mãos e os pés inchados e o corpo coberto por erupções

Paraná – Uma menino, identificado como Logan Walsh, de 7 anos, logo após ter contraído o novo coronavírus, que já havia sido diagnosticado desde novembro de 2020 e superado a doença junto a mãe, foi hospitalizado. O motivo da internação é que em 16 de dezembro de 2020 ele foi diagnosticado com uma doença rara, a síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica, uma condição que causa falha de órgãos, bolhas na pele e sopros no coração. Agora ele luta contra essa doença internado em um hospital.

A mãe e a criança no hospital (Foto: Reprodução)

De acordo com o hospital do Reino Unido, a condição causa falha de órgãos, bolhas na pele e sopros no coração. No entanto, é rara e não se manifesta na maioria das crianças que são infectadas.

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Segundo a Mãe, Jessica Walsh, de 43 anos, ela e o filho positivaram para a Covid-19 em novembro de 2020 e, inicialmente, a criança não apresentou os sintomas do vírus ou da síndrome. Foi apenas quando Logan começou a vomitar a ter febre em meados de dezembro, quase dois meses depois do diagnóstico, é que ela precisou chamar uma ambulância.

A mãe disse que além do mal estar, o menino também estava com as mãos e os pés inchados e o corpo coberto por erupções.

“Quando isso começou a acontecer, nem todos os médicos foram capazes de reconhecê-lo, e a ligação da condição com a covid-19 está apenas começando a ser levada a sério. Só quando um especialista veio que ouvimos sobre a síndrome. Ele disse que tratou muitas crianças com esta doença durante o curso da pandemia, e Logan começou o tratamento imediatamente”, contou Jessica sobre a demora para que conseguissem identificar o que estava acontecendo com o filho no hospital.

Ainda segundo a mãe, Logan desenvolveu um sopro no coração e precisou ser transferido para uma Unidade de Tratamento Incentivo (UTI). Durante os sete dias que ficou internado, seu corpo começou a inchar e seu sangue tornou-se “preocupantemente ralo”.

Apesar da gravidade da situação, Logan se recuperou e recebeu alta no dia 25 de dezembro de 2020 para continuar o tratamento em casa. Além dos remédios, conforme a mãe, a criança foi obrigada a iniciar sessões de fisioterapia para recuperar os movimentos.

“Felizmente, o tratamento inicial finalmente conseguiu controlar a condição dele. Mas como suas articulações e músculos incharam, Logan agora precisa de fisioterapia para ajudar na reabilitação e para andar novamente”, explicou Jessica.

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