‘Sociopata narcisista’: Meghan Markle é criticada por ex-funcionários reais em livro

Equipe da duquesa se autodenominava ‘clube dos sobreviventes de Sussex’

São Paulo – Os ex-funcionários reais que trabalharam para Meghan Markle classificaram a duquesa de Sussex como ‘sociopata narcisista’, afirmou o livro Courtiers: the Hidden Power Behind the Crown, (Funcionários da Corte: o Poder Oculto Por Trás da Coroa, em tradução livre).

(Foto: Reprodução / YouTube)

A obra, escrita pelo repórter do The Times Valentine Low, afirma que os assessores ficaram tão traumatizados com o príncipe Harry e Meghan Markle que se autodenominavam ‘Sussex Survivors Club’ (Clube dos Sobreviventes de Sussex).

O livro ainda detalha diversas alegações chocantes feitas contra Meghan e Harry durante o tempo em que eram membros da realeza, segundo informações do tabloide britânico The Sun.

De acordo Low, funcionários reais experientes, como o secretário particular Sam Cohen, a executiva de relações públicas Sarah Latham e a secretária assistente de imprensa Marnie Gaffney, ficaram surpresos com o comportamento de Meghan depois que ela se casou com Harry, em 2018.

Em um trecho da obra, publicado na última quarta-feira (28) no jornal britânico, o autor escreve: “Fontes dizem que a equipe surgiu com um apelido condenatório para Meghan: uma ‘sociopata narcisista'”.

“Eles também disseram em repetidas ocasiões: ‘Fomos enganados'”, disse Low.

O autor também alega no livro que Harry era ‘desdenhoso’ com os funcionários mais velhos, com uma fonte citada dizendo: “Ele costumava enviar e-mails horríveis. Tão rude.”

Outro entrevistado disse a Low que parte do problema era que todos no palácio “eram muito gentis e civis”.

“Quando alguém decide não ser civilizado, eles não têm ideia do que fazer. Eles foram atropelados por ela e depois atropelados por Harry”, afirmou a fonte.

‘Dever de cuidado’ a Harry e Meghan

A obra ainda conta que Sam Cohen enviou avisos recorrentes de que o Palácio precisaria mostrar que oferecia um ‘dever de cuidado’ a Harry e Meghan, caso algo desse errado no futuro.

Segundo a obra, a ação do funcinário mostrou ter sido acertada. Isso porque houve uma entrevista de Meghan Markle com Oprah Winfrey, na qual a duquesa que negou veementemente alegações anteriores de bullying, contou como teve ideação suicida enquanto era integrante da família real.

Um ex-funcionário disse a Low que “o erro que cometeram foi pensar que ela queria ser feliz. Ela queria ser rejeitada, porque estava obcecada com essa narrativa desde o primeiro dia.”

Meghan Markle e o príncipe Harry deixaram a vida real em janeiro de 2020, chocando o mundo com o anúncio.

De acordo com Low, os planos do ‘Megxit’ vinham sendo elaborados desde o fim do ano anterior, mas foram mantidos em segredo para muitos funcionários até a última hora.

“O resto da equipe não descobriu até realizar uma reunião no Palácio de Buckingham no início de janeiro de 2020. Eles acharam difícil aceitar que estavam sendo despejados assim. Alguns deles estavam em lágrimas.”

The Sun tentou contatar representantes do duque e da duquesa de Sussex para comentar o caso.

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