VÍDEO: assessor é acusado de ter relação íntima com homem em sala de Senado

As imagens explícitas ganharam repercussão e gerou uma investigação

EUA – Após viralizar nas redes sociais um vídeo explícito que mostra dois homens fazendo sexo em uma sala do judiciário de um Congresso, um funcionário do Senado acusado de ser uma das pessoas envolvidas na gravação foi demitido e ameaçou entrar com uma ação legal.

(Foto: Reprodução / Daily Caller)

De acordo com o site The Guardian, o vídeo explícito foi divulgado na sexta-feira (1) pelo Daily Caller. A imagem parece ter sido gravada no Hart 216, a sala do judiciário. O assessor legislativo do senador Ben Cardin, de Maryland, foi amplamente citado nas redes sociais como um dos homens na filmagem.

Com a grande repercussão, o gabinete do senador informou que o assessor não é mais funcionário do Senado dos EUA e a polícia do Capitólio disse que está investigando a situação, mas ja´estava ciente da gravação.

O The Guardian informou que a sala carrega distinções históricas significativas. Foi sede das audiências da comissão do 11 de setembro, e James Comey, ex-diretor do FBI, prestou depoimento sobre Donald Trump lá em 2017. O então líder da maioria no Senado, Tom Daschle, recebeu uma carta com antraz lá em outubro de 2001, logo após os ataques terroristas de 11 de setembro, e a sala viu a juíza da suprema corte Sonia Sotomayor se tornar a primeira latina a participar de audiências de nomeação para a mais alta corte do país.

Pronunciamento

O assessor  se manifestou por meio de uma rede social, sem citar o vídeo.

“Embora algumas das minhas ações no passado tenham demonstrado falta de julgamento, adoro o meu trabalho e nunca desrespeitaria o meu local de trabalho”, escreveu ele. “Quaisquer tentativas de caracterizar minhas ações de outra forma são inventadas e explorarei quais opções legais estão disponíveis para mim nessas questões”, disse.

Veja vídeo:

Anúncio