Ambulantes da Ponta Negra prometem fazer uma manifestação na Câmara

De acordo com a assessoria da ManausCult, as obras devem ser iniciadas na próxima segunda-feira (16) na primeira etapa da orla, que vai dos limites com o Hotel Tropical, até a área Amarela, pouco depois do Anfiteatro.

Manaus – Cerca de 40 ambulantes e permissionários que trabalham na orla da praia da Praia da Ponta Negra reuniram-se na manhã desta sexta-feira (13), no Anfiteatro, para discutir ações da categoria contra a decisão da Secretaria Municipal de Trabalho e Desenvolvimento de interditar a área a para o inicio das obras do novo Complexo da Ponta Negra.

De acordo com a assessoria da ManausCult, as obras devem ser iniciadas na próxima segunda-feira (16) na primeira etapa da orla, que vai dos limites com o Hotel Tropical, até a área Amarela, pouco depois do Anfiteatro. Todos os boxes de vendedores e ambulantes devem sair da área até domingo (15), e isso gerou descontentamento entre a categoria dos permissionários.

Wolder Souza, presidente da Comissão de Representação Mista da Ponta Negra, disse que a atitude da prefeitura foi arbitrária e que pretendem ir, na segunda-feira (16), à Câmara Municipal, onde irão fazer uma manifestação para que o caso seja visto pelos vereadores.

“Na segunda, vamos à frente da Câmara para mostrar nossa força. Somos trabalhadores nessa área há mais de 20 anos. Como podem nos tirar sem nos dar uma alternativa de trabalho? Sempre que inventam de mexer com os ambulantes jogam aqui na Ponta Negra. Foi assim há pouco tempo com a Praça da Saudade. Agora que já chupamos toda a cana, eles querem o mel”, desabafou Souza.

Raimunda Menezes de Oliveira, 43, trabalha na praia há 18 anos e disse que não sabe como a prefeitura vai fazer “o milagre” da multiplicação. “Olho pro novo desenho da Ponta Negra e num vejo mais do que 14 boxes. Me explica como é que a prefeitura vai colocar 500 de nós pra trabalhar? Não sei como vai ser esse milagre, mas eu não vou sair daqui”, disse.

Muita conversa e nenhuma decisão

De acordo com Rogério Vasconcelos, secretário municipal de Produção e Abastecimento (Sempab), todos os boxes da orla 1 da Ponta Negra deverão sair até domingo porque o cronograma das obras será mantido.

“A reforma será do Tropical ao anfiteatro. A prefeitura não está aqui para prejudicar as famílias de ninguém. Nós estamos aqui para ampará-los e dizer que eles vão continuar na Ponta Negra, a partir do Anfiteatro”, explicou Vasconcelos.

O secretário disse que o projeto foi pensando em duas etapas para evitar transtornos a população que usa a praia para o lazer, e principalmente para não ocorrer confrontos com os vendedores do local. ”Esse trabalho já é o início da nova Ponta Negra, da nova reformulação. E preocupados com isso fizemos em duas etapas para que não prejudiquemos as pessoas que trabalham aqui”, disse.

No entanto, não houve um acordo efetivo entre os permissionários e o secretário. Ficou marcado para a próxima segunda-feira (16) uma reunião entre a comissão formada pelos vendedores e representantes da ManausCult e Sempab, ali mesmo na ponta negra.

Os permissionários esperam que o prefeito Amazonino Mendes esteja ciente da situação e que vá à reunião para discutir uma solução, enquanto isso o clima ainda é de incertezas para os permissionários.

“O que nós queremos é ser ouvido. Vamos conversar e mostrar que temos propostas para o problema, expor nossas idéias. Eu imagino que o prefeito ainda não tenha conhecimento do que ta acontecendo. Porque depois do dia 30, como vamos ficar?”, disse Souza.

Cerca de 40 ambulantes e permissionários que trabalham na orla da praia da Praia da Ponta Negra reuniram-se na manhã desta sexta-feira (13) no anfiteatro para discutir ações da categoria contra a decisão da Secretaria Municipal de Trabalho e Desenvolvimento de interditar a área a para o inicio das obras do novo Complexo da Ponta Negra.

 

De acordo com a assessoria da ManausCult as obras devem ser iniciadas na próxima segunda-feira (16) na primeira etapa da orla, que vai dos limites com o Hotel Tropical, até a área Amarela, pouco depois do anfiteatro. Todos os boxes de vendedores e ambulantes devem sair da área até domingo (15), e isso gerou descontentamento entre a categoria dos permissionários.

 

Wolder Souza, Presidente da Comissão de Representação Mista da Ponta Negra, disse que a atitude da prefeitura foi arbitrária e que pretendem ir nesta segunda à Câmara Municipal, onde irão fazer uma manifestação para que o caso seja visto pelos vereadores.

 

“Segunda vamos à frente da Câmara para mostrar nossa força. Somos trabalhadores nessa área há mais de 20 anos, como podem nos tirar sem nos dar uma alternativa de trabalho. Sempre que inventam de mexer com os ambulantes jogam aqui na Ponta Negra, foi assim há pouco tempo com a Praça da Saudade. Agora que já chupamos toda a cana, eles querem o mel”, desabafou Souza.

 

Raimunda Menezes de Oliveira, 43, trabalha na praia há 18 anos e disse que não sabe como a prefeitura vai fazer “o milagre” da multiplicação. “Olho pro novo desenho da Ponta Negra e num vejo mais do que 14 boxes, me explica como é que a prefeitura vai colocar 500 de nós pra trabalhar. Não sei como vai ser esse milagre, mas eu não vou sair daqui”, disse.

 

Muita conversa e nenhuma decisão

 

De acordo com Rogério Vasconcelos, secretário municipal de Produção e Abastecimento (SEMPAB) todos os boxes da orla 1 da ponta negra deverão sair até domingo porque o cronograma das obras deve ser mantido.

 

“A reforma será do Tropical ao anfiteatro. A prefeitura não está aqui para prejudicar as famílias de ninguém, nós estamos aqui para ampara-los e dizer que eles vão continuar na Ponta Negra a partir do anfiteatro”, explicou Vasconcelos.

 

O secretário disse que o projeto foi pensando em duas etapas para evitar transtornos a população que usa a praia para o lazer, e principalmente para não ocorrer confrontos com os vendedores do local.”Esse trabalho já é o início da nova Ponta Negra, da nova reformulação. E preocupados com isso fizemos em duas etapas para que não prejudiquemos as pessoas que trabalham aqui”, disse.

 

No entanto não houve um acordo efetivo entre os permissionários e o secretário. Ficou marcado para a próxima segunda-feira (16) uma reunião entre a comissão formada pelos vendedores e representantes da ManausCult e Sempab, ali mesmo na ponta negra.

 

Os permissionários esperam que o prefeito Amazonino Mendes esteja ciente da situação e que vá à reunião para discutir uma solução, enquanto isso o clima ainda é de incertezas para os permissionários.

 

“O que nós queremos é ser ouvido. Vamos conversar e mostrar que temos propostas para o problema, expor nossas idéias. Eu imagino que o prefeito ainda não tenha conhecimento do que ta acontecendo. Porque depois do dia 30, como vamos ficar?”, disse Souza.