As marcas que as relações amorosas deixam são tema de espetáculo em Manaus

“Ainda bem que não tivemos filho”, do Grupo Garagem, é a atração deste sábado (2), na programação do 1º Circuito Palco Manaus

Manaus – O Grupo Garagem apresenta neste sábado (2), às 20h, o espetáculo adulto “Ainda bem que não tivemos filhos”. A peça fala sobre o término de relações amorosas e as marcas que estas deixam quando chegam ao fim.

A diretora Lu Maya explica que o processo de construção do trabalho tem como linguagem o teatro performativo (Foto: Larissa Martins/Divulgação)

A apresentação acontece na Sala Ednelza Sahdo, na sede da Companhia Trilhares, localizada na rua Belo Horizonte, 1321, bairro Adrianópolis, como parte da programação do 1º Circuito Palco Manaus, e os ingressos podem ser adquiridos no site www.sympla.com.br ou na sede da companhia.

“O espetáculo surgiu em 2016 como minha primeira direção, quando ainda era acadêmica do curso de teatro da UEA. Foi escrito por mim, inicialmente para dois atores. Esse ano o grupo resolveu retomá-lo como um solo no qual eu reescrevi o texto e estou em cena, com a direção da Lu Maya”, explica a atriz e dramaturga Pricilla Conserva.

“A peça trata sobre relações amorosas e as marcas que elas deixam na gente, sejam boas ou ruins. Inicialmente tive como inspiração alguns relacionamentos pelos quais eu passei, mas depois foi tomando uma forma em que as pessoas conseguem se identificar. Como esses encontros e desencontros vão moldando a gente ao longo da vida”, completa.

A apresentação acontece na Sala Ednelza Sahdo, na sede da Companhia Trilhares, localizada na rua Belo Horizonte, 1321, bairro Adrianópolis (Foto: Larissa Martins/Divulgação)

A diretora Lu Maya explica que o processo de construção do trabalho tem como linguagem o teatro performativo. “O processo de direção foi bem sucinto, como parte da obra foi escrita pela própria atriz o processo de encenação surge como o propósito de aflorar para a cena os sentimentos que já estavam no papel”, finaliza.

O espetáculo conta ainda com elementos visuais de Frank Kitzinger, sonoplastia de Elson Arcos e assistência de produção de Andreza Afro Amazônica.