Centros culturais Povos da Amazônia e Palácio Rio Negro reabrem para visitação turística

O agendamento pode ser feito pela internet. Para agendar uma visita, basta escolher o espaço, horário, informar um número de telefone e o CPF

Manaus – Na segunda etapa de reabertura dos espaços administrados pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, os centros culturais Palácio Rio Negro e Povos da Amazônia voltaram a receber visitantes nesta sexta-feira (17). O agendamento pode ser feito clicando aqui. Para agendar uma visita, basta escolher o espaço, horário, informar um número de telefone e o CPF.

O Teatro Amazonas, Centro Cultural Palácio da Justiça e Palacete Provincial, além dos parques Jefferson Péres e Rio Negro reabriram na primeira etapa. Assim como os outros espaços, Palácio Rio Negro e o Povos da Amazônia estão disponíveis de terça a sábado, das 9h às 15h. Já os parques funcionam diariamente, das 6h às 14h.

O secretário Marcos Apolo Muniz ressaltou que os espaços foram sanitizados para receber a população, além de que foram adotadas medidas de recomendação de prevenção contra o novo coronavírus, como grupos reduzidos de visita, distanciamento de 1,5 metro, totens com álcool em gel, guias com equipamento de proteção e testes de temperatura na entrada. Para entrar, é obrigatório o uso de máscara.

“Além do espaço em si, estes centros e patrimônios históricos também oferecem museus, como no Palacete Provincial e no Palácio da Justiça, e também bibliotecas e exposições, como no Centro Cultural Povos da Amazônia, então, o visitante pode voltar a nos visitar, com todo o cuidado necessário, e aproveitar nossos equipamentos culturais com diversas opções”, declarou.

Palácio Rio Negro

O Centro Cultural Palácio Rio Negro foi construído em estilo eclético, em 1903, para ser residência particular de um abastado comerciante da borracha, o alemão Karl Waldemar Scholz. É um dos prédios mais emblemáticos desse período, que marcou a economia do estado.

O local funcionou como sede do governo do Estado e, em 3 de outubro de 1980, foi tombado como Patrimônio Histórico e Artístico do Estado do Amazonas. Ao longo dos anos, foi reformado, restaurado e adaptado e, em virtude de sua beleza arquitetônica e relevância histórica, foi transformado em Centro Cultural.

Centro Cultural Povos da Amazônia

O Centro Cultural dos Povos da Amazônia (CCPA) foi inaugurado em maio de 2007. É um espaço que visa valorizar, difundir e disseminar as informações geradas e produzidas sobre os países da Amazônia Continental, formada por Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname, Venezuela e a Guiana Francesa.

O complexo disponibiliza acesso à pesquisa, por meio dos acervos localizados no Memorial e Biblioteca Mário Ypiranga Monteiro, Biblioteca Arthur Reis, no Núcleo de Documentação Samuel Benchimol e na Biblioteca Infantil Emídio Vaz D´Oliveira.

 Também Faz parte das instalações do CCPA o Museu do Homem do Norte, que possui um acervo de 4.116 peças, dentre elas, a Coleção Noel Nutels, médico sanitarista que se dedicou ao trabalho junto aos povos indígenas no Parque do Xingu. Também estão no museu acervos da Fundação Nacional do Índio (Funai), destacando-se máscaras indígenas para rituais, adornos, canoas, esteiras, fragmentos arqueológicos e cerâmicas com peças e artefatos variados.

Demais espaços

A previsão é que, no dia 31 de julho, as galerias do Largo e Casa das Artes voltem a funcionar das 14h às 18h, de terça a domingo; e o Centro Cultural Usina Chaminé e o Museu do Seringal das 9h às 15h, de terça a sábado.

As bibliotecas e o Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro abrirão de acordo com a volta às aulas da rede estadual de ensino. Já os teatros Gebes Medeiros e da Instalação e os cineteatros Guarany, Comandante Ventura, Padre Pedro Vignola e Aldemar Bonates retornarão de acordo com a liberação para realização de espetáculos.

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