Sesc AM realiza cine drive-in solidário

Para transmissão, o áudio será sintonizado diretamente no rádio do veículo (frequência disponibilizado antes da exibição) e a capacidade máxima será de 50 carros por sessão

Manaus – O Sesc Amazonas irá realizar duas sessões de cinema drive-in, com o filme ‘O Menino no Espelho’, nos dias 22 e 29 de julho, às 19h30, com entrada a partir das 18h30, no Sesc Balneário, localizado na Avenida Constantinopla, bairro Alvorada, zona centro-oeste de Manaus. A entrada será 1kg de alimento não perecível, por pessoa.

Os ingressos podem ser adquiridos por meio do Sympla, e devem ser apresentados, juntamente com o Cartão Sesc, na portaria, para acesso a unidade.

O cine drive-in do Sesc surge como uma alternativa de entretenimento para superar o isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus.

Seguindo as recomendações do Ministério da Saúde, os carros deverão estar com distância mínima de dois metros e os participantes não poderão sair deles, salvo para a utilização dos banheiros. Pick-ups (e veículos de grande porte) serão posicionadas nas duas últimas ruas do espaço para melhor visualização.

Para transmissão do filme, o áudio será sintonizado diretamente no rádio do carro (frequência disponibilizada antes da exibição). A capacidade máxima será de 50 carros por sessão. É proibido levar e/ou consumir bebidas alcoólicas durante todo o evento.

Parte da renda será destinada a entidades e famílias afetadas pela crise da Covid-19. A entrada será mediante a entrega de um quilo de alimento não perecível por pessoa, que deverá ser entregue no momento da validação dos ingressos.

Sinopse do filme

Belo Horizonte, anos 1930. Fernando (Lino Facioli) é um garoto de 10 anos que está cansado de fazer as coisas chatas da vida. Seu sonho era criar um sósia, que ficasse com estas tarefas e ele se divertir à vontade.

Em um determinado dia, o sonho de Fernando acontece, quando o reflexo dele deixa o espelho e ganha vida.

‘O Menino no Espelho’ foca num passado rústico e feliz de crianças que cresceram brincando na rua e não em seus quartos diante de computadores, celulares e/ou televisões.

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