Alok vende avião para pagar equipe e evitar demissões

Sem shows há 1 ano, o DJ resolveu vender a aeronave para pagar salários e manter a equipe empregada no meio da pandemia de Covid-19

São Paulo – Alok Achkar Peres Petrillo, mais conhecido como DJ ALok, optou recentemente por não demitir a equipe que o acompanha e vender o avião que utilizava em turnês para pagar salários dos funcionários por mais alguns meses.

Alok reprodução

Alok vende avião para pagar equipe e evitar demissões. (Foto: Reprodução)

Sem shows há 1 ano, o DJ e produtor musical brasileiro, mais conhecido por seu sucesso mundial de 2016 “Hear Me Now”, resolveu vender um dos seus patrimonios para pagar salários e manter a equipe empregada no meio da pandemia de Covid-19.

O valor arrecadado com a venda da aeronave servirá para arcar com os custos do time, que conta com mais de 40 pessoas. Em 2020, o artista foi eleito o 5º melhor DJ do mundo pela revista britânica DJ Mag.

O valor da venda não foi divulgado, mas o DJ top 5 do mundo garantiu que a equipe será mantida com os mesmos salários de antes da pandemia.

Alok tem mostrado muita resiliência e generosidade nestes tempos de pandemia. No ano passado, ele doou R$ 27 milhões, referentes aos direitos autorais do game Free Fire, para a construção de um instituto que vai lutar contra a fome no nosso país.

Instituto Alok

“O instituto tem o DNA do Alok, é movido por compaixão, mas pragmático quando incentiva o empreendedorismo. A ideia central é gerar oportunidades para aqueles que têm menor acesso à educação e crédito”, explica Geraldinho Vieira, tio de Alok e diretor-executivo do instituto.

A ideia do instituto surgiu com a própria experiência de vida do Alok, com ações de caridade durante tratamento de uma depressão.

“Fui curado de uma depressão muito profunda através do ato de caridade. Foi a partir daí que tive contato com o divino. A questão da vida não é acumular milhões, mas transformar o mundo em um lugar melhor”, conta.

África

A paixão e empatia que Alok tem pela África vieram em suas andanças pelo continente. Ele fez ações com a ONG Fraternidade Sem Fronteiras

“Sei que o dinheiro vai ser usado da melhor forma possível. Obviamente, colocam-se métricas e parâmetros para uma gestão eficiente e resultados”, explica o DJ.

Ele entregou R$ 6 milhões para ONG, que serão destinados à programas de combate à fome.

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