Naiara Azevedo fala sobre época em que trazia mercadorias do Paraguai

A cantora afirmou que nunca teve suas mercadorias apreendidas no caminho de volta, mas que uma de suas amigas não teve a mesma sorte

São Paulo – A cantora Naiara Azevedo relembrou o período em que trazia mercadorias do Paraguai antes de se tornar uma cantora conhecida em entrevista ao The Noite da última quinta-feira (1º).

“Muamba é o que eu trazia, o que eu fazia da vida. Porque eu morava em Umuarama, no Paraná, a uns 120 quilômetros de Guaíra. E lá, meu amor…”, contou.

“Muamba é o que eu trazia, o que eu fazia da vida”, contou Naiara Azevedo durante entrevista. (Foto:Naiara Azevedo Foto: Instagram/@naiaraazevedo)

Questionada pelo apresentador Danilo Gentili sobre “que tipo de muamba” trazia, explicou: “Naquela época eu trazia muita bebida, perfume. Uíscão… Eu lembro que a gente pagava 27, 30 reais no Red [Label].”

“Eu não bebo mais uísque, hoje não gosto mais de bebida destilada, devido a essa época, bebi demais”, garantiu.

Naiara afirmou que nunca teve suas mercadorias apreendidas no caminho de volta, mas que uma de suas amigas não teve a mesma sorte.

“Paravam muito, na fronteira. Coisas minhas nunca pegaram, porque nunca trouxe em grande quantidade, trazia mais essas coisas mais supérfluas, mesmo. Mas uma amiga minha uma vez foi mobiliar o escritório dela, a gente foi e trouxe frigobar, geladeira, várias coisas no carro dela. Ficou tudo lá.”

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