Morre o escritor e cineasta Luiz Maximino de Miranda Corrêa

No ramo do cinema, atuou como diretor, co-diretor, produtor e roteirista de inúmeros títulos de destaque nacional e internacional como ‘A Selva’, ‘Os Foragidos da Violência’, ‘Como Matar uma Sogra’

O escritor e cineasta Luiz Maximino de Miranda Corrêa Neto morreu, nesta quarta-feira (10), no Rio Grande do Sul (Foto: Divulgação)

Manaus – O escritor, cineasta e historiador amazonense Luiz Maximino de Miranda Corrêa Neto morreu, nesta quarta-feira (10), vítima de um mal súbito, na cidade de Caxias do Sul (RS), onde residia atualmente. A informação foi confirmada pela presidência da Academia Amazonense de Letras (AAL), da qual o escritor era membro desde 17 de outubro de 2003, e onde ocupava a cadeira de nº37, na sucessão de Carlos Araújo Lima.

Nascido em 1935, teve larga vivência em viagens pelo Brasil e exterior, atuando como historiador, cineasta e jornalista. Como historiador, deixou inúmeras contribuições com destaque para ‘A Borracha da Amazônia e a 2ª Guerra Mundial’, ‘O Nascimento de Uma Cidade: Manaus 1890 a 1900’ e ‘Em Nome de Deus Em Nome do Rei’.

No ramo do cinema, atuou como diretor, co-diretor, produtor e roteirista de inúmeros títulos de destaque nacional e internacional como ‘A Selva’, ‘Os Foragidos da Violência’, ‘Como Matar uma Sogra’, entre outros. Foi colaborador de vários jornais da capital amazonense e na administração pública foi assessor da Superintendência do Plano de Valorização da Amazônia (SPVEA).

Além disso, foi diretor do Departamento Estadual de Turismo, diretor-superintendente da Fundação Cultural do Amazonas, secretário-executivo do Instituto Superior de Estudos da Amazônia (Isea) e membro e presidente do Conselho Estadual de Cultura.

Anúncio