Programa oferta 350 vagas para formação de artistas e produtores

As inscrições para as primeiras oficinas estão abertas a partir desta sexta-feira

Manaus – O programa “Manaus Pró-Cultura” foi lançado nesta quinta-feira. O programa vai ofertar 350 vagas em 15 cursos e oficinas com 124 horas de aulas, no período de agosto a novembro. A finalidade é dar formação artística e cultural a artistas e trabalhadores do setor cultural, em várias zonas da cidade. As inscrições para as primeiras oficinas já estarão abertas a partir desta sexta-feira (12), pelo site Concultura.

(Foto: Antonio Pereira / Semcom)

Para a oficina de Crítica Cinematográfica para Mulheres, as aulas vão ser realizadas de 24 a 26 de agosto. Já a oficina de Iniciação a Vídeo Mapping, será de 29 a 31 de agosto, das 18h às 21h, no Casarão da Inovação Cassina.

O lançamento do programa foi realizado pela Prefeitura de Manaus, por meio do Conselho Municipal de Cultura (Concultura), da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult) e aconteceu no Museu da Cidade, localizado na praça Dom Pedro 2°, Centro.

O diretor-presidente da Manauscult, Alonso Oliveira, destaca que o programa vai democratizar o acesso à cultura, fomentar projetos culturais, profissionalizar e movimentar as cadeias produtivas do setor cultural da cidade.

“Para essas oficinas de formação artística estamos destinando um fomento de aproximadamente R$ 100 mil, em que mais de 400 artistas terão oportunidade de qualificação em diversos segmentos, como iniciação a vídeo mapping, crítica cinematográfica para mulheres, introdução à dramaturgia, elaboração de projetos culturais e outros”, concluiu Oliveira.

A execução do projeto fica a cargo da organização da sociedade civil, Impact Hub, com a missão de ampliar os cursos e oficinas, conforme explica a cofundadora da instituição, Juliana Teles.

“O Concultura começou a realização desse projeto no ano passado e nos chamou para levar a mais pessoas, fomentar a cultura, principalmente por meio do conhecimento, e acesso a ferramentas que ajudem os artistas, os profissionais das áreas artísticas como um todo e cada vez ser um profissional melhor, que possa seguir atuando, gerar mais renda e autodesenvolvimento também”.

O professor de música Heron Souza, morador da comunidade indígena Parque das Nações, destaca a importância do treinamento e vai participar dos cursos com o objetivo de se qualificar e atualizar o conhecimento.

“A importância é gigantesca, porque mesmo a experiência com a formação que o artista já  tem, o mundo continua  se renovando. Cada dia surgem técnicas novas, inclusive dentro da arte, terminologias, ajustes de formatação, de concepção. A educação é algo que se renova a cada dia. Então, ter uma oficina com certeza é muito importante  para reciclar, para se aprimorar cada vez mais”.

 

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