Projeto coleta doações para famílias em situação de vulnerabilidade em Manaus

Para doar, os interessados pode entrar em contato pelos números: (92) 99333-6766 e (92) 98285-9699 ou através das redes sociais @projetoaconchego2008

Manaus – O projeto Aconchego Corrente de Solidariedade está arrecadando alimentos e materiais de higiene para serem entregues à famílias em estado de vulnerabilidade social.

De acordo com a idealizadora, Elke Santana Aucar, o projeto abraça grávidas em situação de vulnerabilidade, mas desde o início da pandemia do novo coronavírus no Amazonas, o projeto tem ajudado as famílias em geral.

“Hoje, devido a pandemia, nós abraçamos a família inteira, tem grávidas com esposos desempregados e a gente procura ajudar a família e parentes das grávidas, e até mesmo quem nos procura através das redes sociais, a gente procura ajudar com cesta básica, médico e exames”, explicou Elke.

Para doar, os interessados pode entrar em contato com o projeto pelos números: (92) 99333-6766 e (92) 98285-9699 ou através das redes sociais @projetoaconchego2008.

Sobre o Projeto

O Aconchego Corrente de Solidariedade foi fundado em 2008, para ajudar grávidas, em estado vulnerabilidade social. Segundo a idealizadora, duas mães chegaram até ela pedindo contribuição, foi quando ela entrou em contato com amigas e arrecadou o enxoval das mães.

“Entrei em contato com duas amigas que já eram mãe e perguntei se elas tinham o que doar e daí não parou mais. Começamos ajudar as grávidas que vivem em estado de vulnerabilidade social, aquelas que vão pra maternidade com a roupa do corpo, que a família abandonou, que o pai do bebê abandonou, que está desempregada, não tem como conseguir nada para o filho, a gente ajuda com um kit enxoval para o bebê”, destacou Santana.

Com treze anos de fundação, o projeto tem um cadastro de 4.000 mulheres que precisam de um kit enxoval. O projeto também oferece atendimento gratuito com psicólogos, fisioterapeutas, pediatras, advogados e ginecologistas.

“O projeto costuma arrecadar roupinhas pra gente fazer enxoval, berço, banheira, tudo voltado ao RN, só que hoje, devido a necessidade das famílias por falta de trabalho, pelo desemprego, nós estamos arrecandando alimentos para cestas básicas”, ressaltou a idealizadora do projeto.

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