Street dance e fotografia abrem temporada 2023 de oficinas artísticas em Manaus

Nas oficinas de dança de rua, 70 jovens se inscreveram e irão participar

Manaus – A temporada de oficinas artísticas continua neste ano com o edital “Manaus Faz Cultura (2022)”, por meio do Conselho Municipal de Cultura (Concultura) e da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), com duas oficinas, sendo uma de street dance e outra de fotografia, nos bairros Aleixo e São Pedro, nas zonas Centro-Sul e Norte, respectivamente.

(Foto: Fábio Simões / Concultura)

Oficinas

Com o objetivo de ampliar o olhar através de narrativas contemporâneas, o curso gratuito “Pensando o olhar: projetos fotográficos ao alcance do bolso”, é ministrado pelo facilitador, o fotógrafo César Nogueira, de forma gratuita.

O curso foi contemplado pelo edital Manaus Faz Cultura, realizado pela Prefeitura de Manaus por meio do Concultura e Fundação Manauscult, e terá duas turmas, com aulas divididas nos dias 23, 24 e 25/1, para a turma 1; e nos dias 30 e 31/1 e 1º/2, para a turma 2, de 14h às 17h.

“Fomos surpreendidos pela procura expressiva. Todas as vagas já foram preenchidas nas primeiras semanas de abertura de inscrição. Infelizmente não temos como ter mais participantes nesta edição”, ressalta o autor do projeto, César Nogueira.

O repórter cinematográfico, Orlando Júnior, está na turma de fotografia, e mesmo com seus mais de 20 anos como profissional, aproveitou a oportunidade de fazer um curso de reciclagem na área da fotografia.

“Eu procuro fazer o aprendizado contínuo sempre que posso e surge a oportunidade, e eu acredito que esse curso do César veio calhar e vai ser fundamental pra mim.”

Hip-hop 

O curso de street dance tem um mês de duração, com cinco turmas, totalizando 70 alunos do bairro Parque São Pedro e circunvizinhos.O proponente do projeto é o professor e dançarino, Fernando Jacquiminut, que fez questão de reconhecer a importância do edital que chegou onde os jovens vivem uma realidade cheia de percalços.

“Fico emocionado ao ver que nosso espaço de dança e cultura hip-hop foi contemplado. Agradeço demais, porque a gente é uma companhia que já vem lutando bastante. A gente luta sobre a importância da teoria e prática artística”, aponta Jacquiminut.

Uma participante do curso é a estudante de educação física, Larissa Rodrigues, que está com sua irmã Letícia Rodrigues. Elas resolveram conhecer mais a fundo a cultura hip-hop.

“Aqui não fica só naquela dancinha, a gente entende mais sobre a dança de rua, eu que já fiz balé clássico estou entrando no hip-hop”, finalizou.

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