Foragido é preso suspeito de matar sargento da PM aposentado no AM

O policial militar aposentado foi encontrado morto, no dia 3 de fevereiro de 2019, vítima de roubo seguido de morte

Tefé – Antônio Miranda das Chagas, 32, que era considerado foragido da Justiça pelo roubo seguido da morte do sargento aposentado da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), Francisco Feitosa Gomes, 55, foi preso, na quarta-feira (29), no município de Tefé (a 523 quilômetros de Manaus).

Francisco Feitosa Gomes, 55 (Foto: Divulgação)

De acordo com o delegado Carlos Augusto Monteiro, titular da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Tefé, o indivíduo estava foragido desde 2019 e foi preso após recebimento de denúncia anônima.

“Recebemos denúncias anônimas informando que ele estaria no município e qual seria sua localização. Ele tinha um mandado de prisão preventiva em aberto e cumprimos no momento da abordagem policial”, disse.

O delegado ressalta a importância das denúncias anônimas, realizadas pelo 181, da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), para localizar e efetuar as prisões de foragidos da Justiça.

Antônio responderá por latrocínio e ficará à disposição da Justiça.

Relembre o crime

O policial militar aposentado Francisco Feitosa Gomes, 55, foi encontrado morto, no dia 3 de fevereiro de 2019, vítima de latrocínio (roubo seguido de morte), no quilômetro 129 da AM-010, no Rio Preto da Eva (a 57 quilômetros a nordeste de Manaus). Após o crime, a vítima teve o veículo, duas espingardas de calibre 28 e 22, e o aparelho celular dele  roubados, de acordo com a Polícia Civil (PC).

Jeferson Pires Gurgel, 33, conhecido como ‘Rato’, já foi preso pela suspeita do latrocínio do sargento da reserva. ‘Rato’, que responde por 11 inquéritos de furto, foi preso em uma casa situada no quilômetro 54 do Ramal ZF1, em Rio Preto da Eva (a 57 quilômetros a nordeste de Manaus), no dia 8 de fevereiro.

Anderson Antônio Miranda das Chagas, 28, também foi preso por policiais do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), no dia 5 de fevereiro de 2019, suspeito de participar do latrocínio. De acordo com o diretor do DRCO, delegado Sinval Barroso, Anderson e um comparsa, identificado como Jeferson Pires Gurgel, o ‘Rato’, teriam ido ao sítio de Francisco, onde o crime ocorreu, para cometer um furto.

“Mas o sargento descobriu o furto e reagiu, foi quando o ‘Rato’ desferiu três golpes de faca no sargento”, explicou.

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