Amom é atacado por David ao realizar ação de limpeza com voluntários em Manaus

Amon rebateu as acusações afirmando que “ele e voluntários estavam apenas fazendo o trabalho que a prefeitura não realiza”

Manaus – O deputado federal Amom Mandel, que também é pré-candidato à prefeitura de Manaus, denunciou, neste sábado (13), que a prefeitura tenta culpá-lo de jogar lixo na frente do aterro sanitário, localizado no quilômetro 19 da rodovia AM-010, em uma ação rotineira que ele faz com voluntários.

(Foto: Reprodução)

Por meio das suas redes sociais, Amom rebateu as acusações afirmando que “vai provar por A mais B que não cometeu nenhum crime ambiental” e que ele “juntamente com voluntários estavam apenas fazendo o trabalho que a atual gestão municipal não realiza de limpeza nos igarapés da cidade”.

“Reunimos centenas de voluntários da cidade de Manaus para fazer o trabalho que a prefeitura de Manaus deveria fazer e não faz. O dinheiro do meu bolso e do seu saiu para pagar uma empresa investigada pela Polícia Federal por notas frias. Não deixaram a gente entrar, estão querendo nos barrar, estão querendo cobrar para entrar. Vamos tirar [o lixo] da carreta e colocar tudo aqui na frente e depois eles colocam lá para dentro. O trabalho duro já fizemos. Retirarmos centenas de sacolas de lixo do igarapé. A gente chega aqui e a secretária não atende, diretor não atende, diz que está em reunião. Já é a segunda vez que fazemos uma ação assim e não deixam a gente entrar”, disse Amon.

No vídeo, o deputado também mostrou que durante a transmissão da sua live, muitos perfis estavam entrando para tentar derrubar a transmissão. Amom acusou de ser novamente perfis pagos pela Prefeitura, que está sendo investigada por pagamento de dinheiro vivo na sede da Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom)

Em outra gravação, já na frente da Superintendência da Polícia Federal de Manaus, Amom disse que estava esperando “a equipe da Prefeitura para provar que quem está fazendo crime ambiental são eles”.

“Estou aqui na sede da superintendência da PF esperando a equipe da Prefeitura que disse que faria uma denúncia contra mim enquanto deputado federal por cometimento de um suposto crime ambiental. Estou aqui para provar que o único crime que foi cometido foi por parte deles por não recolher o lixo de forma adequada na cidade de Manaus, por deixar nossa águas contaminadas. Aquele lixo foi recolhido para ser levado para o aterro sanitário, mas a prefeitura não permitiu que esse lixo fosse colocado lá. Nos conversamos com eles e a própria equipe do aterro nos falou para colocar o lixo lá na frente para que os caminhões credenciados fizessem a coleta”, esclareceu.

“Não temos medo do debate, do confronto, temos provas de tudo que aconteceu e porque aquele lixo foi colocado lá com anuência dos funcionários. E se tentarem retalhar os funcionários e os voluntários, eu vou defender todas essas pessoas. Eu como deputado federal do brasil, eleito pelo amazonas, não vou permitir que a prefeitura ataque não só a mim, mas pessoas de bem que decidiram sair de suas casas em um sábado para fazer o trabalho que a prefeitura não faz”, concluiu Amom.

O deputado também falou que foi barrado de entrar na uma coletiva de imprensa, deste sábado, onde estavam o secretário da Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp), Sabá Reis, e o secretário da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), Antônio Stroks.

Apesar dos secretário Sabá alegar que é necessário uma autorização para descartar lixo no aterro, Amom informou que em outras ações de limpeza com voluntários a Semulsp já tinha autorizado as entradas de caçambas com lixo no aterro sanitário.

“O secretario de limpeza e do meio ambiente precisam olhar para o próprio umbigo. A gente ver caminhões despejando chorume. Isso que é descarte irregular. A gente ver a própria prefeitura de Manaus cometendo essas irregularidades. Aí eles vem querer fechar os olhos para isso e apontar um crime na gente que está realizando limpeza no sábado de manhã. Temos vídeos que provem que já realizamos outras ações assim e que deixaram a gente entrar no aterro. Agora o secretário está fazendo isso. Isso será encaminhado para a PF assim que eles fizerem essa denúncia. Isso aqui foi um pedido dos próprios funcionários deles”, disse.

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