Manifestação na Ponta Negra reúne milhares de amazonenses em ato pró-Bolsonaro, em Manaus

O ato contou com a participação de pedestres e veículos, incluindo carretas

Manaus – No feriado da pátria, 7 de setembro, um grupo de manifestantes se reuniu em ato em apoio ao presidente Jair Bolsonaro, na região da Ponta Negra, Avenida Coronel Teixeira, zona oeste de Manaus.

A manifestação começou por volta das 14h e reuniu cerca de seis mil pessoas, segundo a polícia militar. O ato contou com a participação de pedestres e veículos, incluindo carretas.

Foto: Nayni Castelo Branco/GDC

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Foto: Nayni Castelo Branco/GDC

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Foto: Nayni Castelo Branco/GDC

Vestidos de camisetas verde e amarelo, e com materiais relacionados ao presente, alguns manifestantes levaram toda a família, foi o caso do professor Daniel Aparício, que caminhava com a Constituição Federal nas mãos.

“Nós viemos nos manifestar justamente pedindo que esse livro (Constituição) seja respeitado por todos. Que não sirva apenas para punir os humildes, aqueles que não têm acesso aos recursos do direito”, destacou o professor.

A área da Ponta Negra, como todos os locais aconteceram manifestação tiveram a atuação da polícia militar. Conforme o tenente coronel Ildemar Coutinho, o evento correu sem alterações.

“Tudo aconteceu na tranquilidade, nós tivemos aproximadamente seis mil pessoas, também tivemos um grande policiamento, amiga de trezentos homens. Tudo tranquilo”, explicou o tenente coronel.

No Centro Cultural dos Povos da Amazônia, no bairro Crespo, zona sul, cristãos se reuniram em outro ato pró-Jair Bolsonaro.

O evento foi marcado por orações e louvores. Os participantes apresentaram as autoridades representantes da igreja e o presidente à Deus.

A enfermeira Susy Silveira, foi a caráter para manifestação com um desenho na região do rosto e destacou o motivo que a levou para o ato nesse feriado da pátria. “Estamos louvando primeiramente o nosso general de guerra, o senhor Jesus Cristo, ele está acima de todos nós. Está aqui significa liberdade, paz, amor e amor pelo nosso país”, explicou.

‘Grito’

Ainda na tarde desta terça-feira (07) foi realizada a 27° edição do Grito dos Excluídos no Largo do Mestre Chico, Centro, com 1,6 mil pessoas. O ato surgiu em 1994 e sempre teve como lema fixo ‘Vida em primeiro lugar’.
Para a 27° edição, foi escolhido o tema “na luta por participação popular, saúde, comida, moradia, trabalho e renda, já.

O arcebispo metropolitano de Manaus, Dom Leonardo Steiner, falou sobre o evento. “O grito dos excluídos é a tentativa de fazermos ressoar as aflições e as reivindicações contra as injustiças de muitos brasileiros e brasileiras”, afirmou o religioso.

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