Marcelo Ramos mobiliza autoridades para tentar embarcar oxigênio para o AM

Em situação dramática com a alta no número de casos e de mortes por Covid, estado amarga insuficiência de estoques do insumo

Manaus – O deputado federal Marcelo Ramos (PL-AM) entrou em contato com o Ministério das Relações Exteriores, bem como com o deputado Eduardo Bolsonaro, presidente da comissão de Relações Exteriores da Câmara, a fim pedir auxílio na superação dos entraves logísticos que impedem que cilindros de oxigênio cheguem ao estado e possam salvar vidas.

“Tanto o ministro quanto o deputado já estão agindo junto à Embaixada Americana para liberar um avião Galaxy, com capacidade para transportar o oxigênio”, revelou Ramos. Ele diz que há uma dificuldade de conseguir avião que possa carregar oxigênio para Manaus e, por essa razão, o Ministério negocia um avião americano pra isso.

Deputado mobilizou autoridades para tentar embarcar oxigênio para o Amazonas (Foto: Divulgação)

Sobre o encaminhamento dos amazonenses para outras capitais que se dispuseram a receber pacientes do estado, Marcelo Ramos informa que fez contato com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuelo, que garantiu que fará a remoção de pacientes para hospitais federais em outros Estados.

Ramos tem se encontrado com diversos governadores do país, reforçando os pedidos de ajuda encaminhados por ofício pelo Governo do Estado. O deputado federal já esteve com Ronaldo Caiado, de Goiás, Paulo Câmara, de Pernambuco, Wellington Dias, do Piauí, e Carlos Brandão, do Maranhão. Em todas as ocasiões, foi reforçado o pedido feito pelo governador do Amazonas para mais oxigênio para o estado.

#AdiaEnem

Além disso, o deputado federal Marcelo Ramos (PL) subscreveu ação cautelar ingressada pelo vereador Amom Mandel (PODE), em que solicitou o adiamento das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), marcadas para o próximo domingo (17/01). Com o pico de casos e recordes sucessivos nos números de mortes pelo coronavírus, Ramos entende que o adiamento evita uma catástrofe ainda maior e era inevitável. A Justiça deferiu a ação de Amom e Ramos

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