Casos de SRAG no Brasil estão no patamar mais baixo da pandemia

Síndrome respiratória aguda grave é uma das complicações decorrentes da Covid-19; levantamento é da Fiocruz

São Paulo – Boletim semanal divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aponta, nesta quinta-feira (30), que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) permanecem estabilizados “no mais baixo patamar” desde o início da pandemia de Covid-19 no Brasil. O Amazonas apresenta tendência de alta somente no curto prazo, pontua a Fiocruz.

Síndrome respiratória aguda grave é uma das complicações decorrentes da Covid-19 (Foto: © Ricardo Wolffenbuttel/Governo de SC)

A SRAG é uma das complicações mais comuns em pacientes com Covid-19, mas também pode ocorrer em pessoas infectadas por outros vírus respiratórios, como influenza, por exemplo.

A Fiocruz ressalta que atualmente 96% dos casos de SRAG são de indivíduos que contraíram o coronavírus.

Os estados que apresentaram sinal de queda da tendência de novos casos de SRAG de longo prazo foram: Acre, Amapá, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, São Paulo e Tocantins. A tendência é de alta na Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Pará e Rondônia.

Os estados de Goiás, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro também apresentam tendência de alta somente no curto prazo

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