Luto: vivenciar as etapas da dor previne doenças futuras

Dia 19 de junho é celebrado o Dia Nacional do Luto, data de reflexão aos sentimentos de perda

Manaus – Aceitar a partida de um ente querido faz parte de um processo doloroso e que leva tempo. A experiência, inclusive, pode deixar marcas profundas e servir de gatilho para desenvolver doenças patológicas e emocionais como depressão, síndrome do pânico, problemas no estômago e ansiedade. Mas, o que poucos sabem, é que o luto é um mecanismo de defesa, extremamente valioso se vivenciado com calma e respeito.

(Foto: Divulgação)

“É preciso dizer que a morte nos ensina a viver, porque toda vez que nos despedimos de alguém por meio da morte ou que ‘perdemos’ algo, como um casamento que se desmanchou, um emprego onde éramos felizes, por exemplo, a gente se dá conta que a vida é muito volátil e saber lidar com isso exige sabedoria. É preciso aprender a viver com mais plenitude”, explica Meiry Kamia, psicóloga, palestrante, Teóloga e Mestre em Administração de Empresas. A reflexão se faz ainda mais presente neste momento, já que dia 19 de junho é celebrado no Brasil o Dia Nacional do Luto.

De acordo com especialista, o sofrimento acontece pela falta de compreensão, motivo que leva tantas pessoas a viver em cenário de trauma. “É preciso falar sobre o processo, que dura em média cerca de um ano, e se abrir, porque o luto é capaz de promover muitos aprendizados.”

O fato é que vivenciar o luto é um processo diário que cada pessoa decide passar ou não. “A dor, as reações e emoções são individuais e precisam ser validadas e respeitadas. Com o passar do tempo, os sentimentos vão sendo ressignificados e elaborados. O sentimento de tristeza vai sendo substituído pela saudade e boas lembranças. Vivenciar o luto de forma adequada produz cura da alma”, analisa Stael Veiga.

Além da dor emocional, que se torna física em muitos casos, o momento da despedida ainda precisa ser administrado com as burocracias que a morte exige. Segundo Stael, ter apoio de uma assessoria, uma empresa que ofereça todo o apoio de forma correta, com profissionais preparados, com olhar de empatia, compaixão e amor ao próximo, é como um abraço fraterno e acolhedor no momento de ruptura e desespero. “Proporciona segurança, amparo, acolhimento, transformando totalmente o ambiente, além de colaborar de forma humanizada com o intuito de amenizar a dor e eternizar um momento mais leve.”

Anúncio