Profissionais da saúde fazem atualização sobre diagnóstico e manejo clínico da tuberculose

A ação integra as diretrizes do Plano Estratégico Manaus 2030, instituído pelo prefeito Arthur Virgílio Neto, que apresenta, entre as metas, a redução da mortalidade pela Tuberculose

Manaus – Dentro das diretrizes do Plano Estratégico Manaus 2030, instituído pelo prefeito Arthur Virgílio Neto, que apresenta, entre as metas, a redução da mortalidade pela Tuberculose, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) está realizando o Seminário em Diagnóstico e Manejo da Tuberculose em Adultos.

O objetivo é requalificar profissionais da saúde, médicos e enfermeiros que trabalham na Atenção Primária da rede municipal (Foto: Divulgação)

A capacitação, aberta nesta terça-feira (14), no auditório do Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam), no Dom Pedro, zona Centro-Oeste,  vai até esta quarta-feira (15). O objetivo é requalificar profissionais da saúde, médicos e enfermeiros que trabalham na Atenção Primária da rede municipal, estadual, privada e de municípios adjacentes, acerca do manejo clínico do paciente com tuberculose de acordo com a atualização do Manual do Manejo Clínico da Tuberculose lançado pelo Ministério da Saúde.

“Manaus faz parte do ranking de cidades com maior número de casos da doença no país e, buscando diminuir esses números, é necessário capacitar profissionais que lidam diretamente com o público, tratam de casos específicos e precisam estar atualizados quanto às formas de tratar e prevenir a tuberculose”, afirmou o secretário municipal de saúde, Marcelo Magaldi.

As mudanças quanto ao tratamento clínico da doença foram instituídas por um comitê técnico assessor que, anualmente, discute as diretrizes, por meio do qual as atualizações são passadas para o Ministério da Saúde, que inclui em seu protocolo e passa para o Programa de Controle da Tuberculose.

“É através das ações do Programa que essas atualizações são levadas a cada servidor, capacitando os profissionais da Atenção Primária e oferecendo melhor qualidade de vida à população”, disse o gerente de Vigilância Epidemiológica da Semsa, Jair Pinheiro. O diagnóstico da doença é feito a partir do exame de escarro, disponível em mais de 90 postos de coleta nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da capital.